13 janeiro 2010

".... do amor"

Eu busquei o amor na sua forma perfeita, nunca escolhi um nome para ele, nem tão pouco um rosto. Queria que fosse um simples amor, mas que ganhasse forma, que ficasse com a minha cara, o meu jeito. Bobagem achar que amar é ter o amor; é ter alguém. 
Amar é mais que isso, é mais que dizer ou fazer, é sentir a intensidade da palavra esculpindo o ser que fala. Amar é sentir no fundo da alma o poder desse sentimento e trazê-lo para fora de si através de um sorriso, reluzido no brilho do olhar. Não precisamos estar perto para sentir o amor, basta pensar que sentimos uma vibração tão sublime e contagiante que aquece a alma e acalma o coração. 
Poderia falar do amor em sua infinita magnitude, mas prefiro falar sobre o amor de uma forma simples, singela. O amor que sendo simples é perfeito, que sendo nostálgico é mágico. Sendo como for o amor é nada que tudo faz; que tudo faz sentir; faz viver; sorrir e amar. É a palavra mais certa nas horas de dor, é o porto seguro da alma, a velha embarcação que de triste o encontra e logo se renova e volta a fazer sua tarefa. O espelho que mostra a alma, que diz o que se faz, quando não fazemos renascer. Nada se compara ao imenso amor, é belo e faz a vida um mar de poesia, um oceano de magia, um universo de sonhos. Pensei que não mais existisse, que só no passado vivi, e hoje fosse sombrio. O amor fascina-me; convence-me; desarma-me; deixa-me louca sem nexo; uma serva dele e meio boba!

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